"Deixo que o inevitável dance, ao meu redor,
a dança das espadas de todos os momentos"
(João Guimarães Rosa - Consciência Cósmica)
não há palavras, embora a boca ferva. e as coisas que são ditas fluem, vazam, cortam o vento. para além de mim. é nesse tempo de marés que me alucino. que sinto, senão dores que não tenho? a dor antiga, ou doravante... a dor dos outros, aventuro. meu vazio desprendido para o todo. um abismo algo torto entre dois mundos. e se por mim se desse, se alastrasse uma presença. não haveria encontro, nem completude. há muito já não estou.
Sublimamos pelo mundo!
ResponderExcluir"Se alguém perguntar por mim
Diz que fui por aí
Levando um violão embaixo do braço
Em qualquer esquina eu paro
Em qualquer botequim eu entro
se houver motivo
é mais um samba que eu faço"
O final do texto me fez lembrar dessa música. Hoje ela é sua! rss
beijo!
Opa,
ResponderExcluirGanhei uma música! rsrs
Valeu, Compotinha!