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CONTADOR

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Soneto de Bem-me-quer


Quando a fragilidade me vier
ao corpo, como nuvem sorrateira,
terei saudade imensa da maneira
de amar que está na flor e na mulher.

Pois se a primeira delas lhe disser
que a outra tem perfume e ainda cheira,
a vida há de tornar-se plena, inteira,
a própria paz do amor, do bem-me-quer.

E sempre que a segunda abrir o peito,
cheirando as outras flores do canteiro,
ou mesmo suspirando ao recebê-las,

virá ao mundo um bólido perfeito,
com pétalas do amor mais verdadeiro,
que se eternizará entre as estrelas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Intento

brincar infinito
amar inteiro
viver intrépido

in

possibilidades...