com olhos amanhecidos
de aurora matizada
pelo vermelho das maçãs do rosto
(num outono eterno)
e outras cores do pensamento
acordou
disse o que estava em si
coisas misteriosas
assim, como cheiro de mãe
frio na barriga
estrela cadente
coloriu o sorriso então
com nuances de pronúncias
que supunha existirem
sorriu ensolarado
e por fim existiram
lábios de verão
mas disseram-lhe trovões
escureceu-se
gelou-se de inverno
e dormiu novamente
com olhos chuvosos
sonhando neblinas.
"Seria esse um amor de outras vidas?"
Há 10 anos


...
ResponderExcluirmas então redarguiu
para reamanhecer
em frestas de sol
rosicleres inconfessáveis
da natureza renascente.
(coautoria coagida!Permita-me!rss)
Rsrs... permitidíssima!
ResponderExcluirAltos rosicleres!
Beijooo!!
parabens Roque, de uma beleza Ímpar... achei lindo... abracos germanicos de um paulista bahiano, a um bahiano paulista. por mais que isso seja extremamente contraditório rsrsrs
ResponderExcluirEssa contradição faz sentido; a inversão de nossas rotas nesse mundo torto!
ResponderExcluirObrigado pelo comentário! Que bom que gostou do poema...
Abraço, Cabeleiraa!